No abrigo, me disseram que ele não tinha apego a ninguém. Que era velho demais, insensível demais, indiferente. Eu o trouxe para casa sem expectativas. Só queria que ele tivesse uma morte digna.
Mas hoje, quando cheguei do trabalho e abri a porta… lá estava ele. Parado ali, esperando. Pela primeira vez. Ele me viu e abanou o rabo devagar. Nem sequer latiu. Apenas ficou parado.
Eu me ajoelhei e chorei. Não de tristeza, mas porque, depois de tanta vida sendo ignorado, ele escolheu esperar. Tirei uma selfie com ele ali mesmo, na soleira da porta. Minha plaquinha de identificação no peito, ele agarrado a mim. A melhor recepção que já tive.
Mas hoje, quando cheguei do trabalho e abri a porta… lá estava ele. Parado ali, esperando. Pela primeira vez. Ele me viu e abanou o rabo devagar. Nem sequer latiu. Apenas ficou parado.
Eu me ajoelhei e chorei. Não de tristeza, mas porque, depois de tanta vida sendo ignorado, ele escolheu esperar. Tirei uma selfie com ele ali mesmo, na soleira da porta. Minha plaquinha de identificação no peito, ele agarrado a mim. A melhor recepção que já tive.

