Sou mais que um príncipe, Sou Rei, Religioso, Honesto, Trabalhador, Inteligente, Saudável, Bonito, Gostoso, Carinhoso, Romântico, Provedor, Soberano.””Sou mais que…
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Eu vi o sol nascendo!Gritou a menina várias vezes como se quisesse que o mundo inteiro a escutasse. E ela…
Existem alguns contratos invisíveis. Alguns é pouco. São muitos, dezenas, centenas desse tipo de entendimentos (ou desentendimentos) tácitos entre nós, os humanos em geral e brasileiros em particular.
Era o fim da tarde e eu já não aguentava mais. Mais de dez horas andando com a caixa nas costas, vendendo bala no sinal.
Os pés latejando, a cabeça pesada. Só queria chegar no ponto, tirar os ténis e respirar um pouco antes do último ônibus.
A bordo estavam 740 crianças polonesas — órfãs que haviam sobrevivido a campos de trabalho soviéticos, onde seus pais morreram de fome, doenças e exaustão.
Uma professora estava corrigindo a lição de casa de seus alunos.
Enquanto isso, o marido dela andava pela casa com o celular na mão, absorto em seu jogo favorito.
Ao chegar à última tarefa para corrigir, a professora começou a chorar silenciosamente. Uma professora estava corrigindo a lição de casa de seus alunos.
No abrigo, me disseram que ele não tinha apego a ninguém. Que era velho demais, insensível demais, indiferente. Eu o trouxe para casa sem expectativas.
Ela era um guarda-costas pessoal do Rei do Daomé, um antigo reino africano que hoje conhecemos como Benin.
Os Guardas do Rei são famosos por sua disciplina inabalável — eles nunca se mexem, nunca falam, aconteça o que acontecer. Mas naquele dia, um deles fez o impensável.
Ao contrário do cidadão comum brasileiro, ou mesmo carioca, o cidadão comum britânico, fartava-se de viajar.

