A imagem que tá rodando nos jornais não é só de embrulhar o estômago; é um atestado de óbito da lógica. Nas mensagens, o Tenente-Coronel se descrevia como um “Rei”, um “Príncipe”, o “Soberano”. Mas, enquanto o mundo via uma farda e um currículo de elite, a intimidade escondia uma psicose de controle fantasiada de virtude.