Sou mais que um príncipe, Sou Rei, Religioso, Honesto, Trabalhador, Inteligente, Saudável, Bonito, Gostoso, Carinhoso, Romântico, Provedor, Soberano.””Sou mais que…
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Eu vi o sol nascendo!Gritou a menina várias vezes como se quisesse que o mundo inteiro a escutasse. E ela…
Existem alguns contratos invisíveis. Alguns é pouco. São muitos, dezenas, centenas desse tipo de entendimentos (ou desentendimentos) tácitos entre nós, os humanos em geral e brasileiros em particular.
Era o fim da tarde e eu já não aguentava mais. Mais de dez horas andando com a caixa nas costas, vendendo bala no sinal.
Os pés latejando, a cabeça pesada. Só queria chegar no ponto, tirar os ténis e respirar um pouco antes do último ônibus.
A bordo estavam 740 crianças polonesas — órfãs que haviam sobrevivido a campos de trabalho soviéticos, onde seus pais morreram de fome, doenças e exaustão.
Uma professora estava corrigindo a lição de casa de seus alunos.
Enquanto isso, o marido dela andava pela casa com o celular na mão, absorto em seu jogo favorito.
Ao chegar à última tarefa para corrigir, a professora começou a chorar silenciosamente. Uma professora estava corrigindo a lição de casa de seus alunos.
No abrigo, me disseram que ele não tinha apego a ninguém. Que era velho demais, insensível demais, indiferente. Eu o trouxe para casa sem expectativas.
Ela era um guarda-costas pessoal do Rei do Daomé, um antigo reino africano que hoje conhecemos como Benin.
Os Guardas do Rei são famosos por sua disciplina inabalável — eles nunca se mexem, nunca falam, aconteça o que acontecer. Mas naquele dia, um deles fez o impensável.
Ao contrário do cidadão comum brasileiro, ou mesmo carioca, o cidadão comum britânico, fartava-se de viajar.
Entre 10 de Dezembro de 1997 e 18 de Dezembro de 1999, uma jovem de 23 anos subiu para uma sequóia com mais de 60 metros de altura.
No outro dia estava no mercado quando vi no fim do corredor um amigo da época da escola, que não encontrava há séculos.
Por trás da tela do seu smartphone e dos servidores mais poderosos do mundo existe um “coração” de código. Pela primeira vez, a documentação oficial desse sistema terá um guardião brasileiro: Daniel Pereira, engenheiro de sistemas da HostDime.

